13 de nov de 2015

Qual nome dar-te-ei?

Eis aqui a introdução de um inócuo, belo e misterioso livro.

Um ponto de interrogação. Um quadro negro. Um breu. Ou mesmo um quadro branco. Quatro paredes brancas em uma prisão.
Acho que você é como as pinceladas de um artista em uma tela novinha! Elas são surpreendentes. Mesmo quando achamos que já vimos de tudo.

Você é um quadro abstrato. Não quero te entender. Mas  esse desafio me atrai. Ao ponto, onde estou. Vem sorrir pra mim. Talvez até me iluminar.
Não quero nada além da sua voz, e das estórias que tem pra contar.
Surpreenda-me, e mais que isso: me ama, garotinho. Reciprocidade.