22 de ago de 2012

Oh, vida...

As vidas que a vida leva,
a paz que ela não carrega,
Da tardia noite que a vida prega,
No rincão de paz que a vida me entrega

Das noites frias que a vida me dá,
tiro satisfeito, d'entre o alpendre,
que se eleva no meu coração...
Oh, que paixão...
Que trazes ó vida...
Qual a borboleta azul inóspita,
que carrega um fio de bondade
Entre outro De Maldade...

Oh, vida, que vens a mim falar,
Não podes me dizer,
sem o dizimo de querer,
para me dizer e escalar...

Oh, vida...